Coronavírus é chinês e Eduardo Bolsonaro falou a Verdade

Eduardo Bolsonaro falou apenas o que todos nós já sabemos, a China tem grande responsabilidade pela pandemia do Coronavírus

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Prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, admitiu que a China escondeu informações sobre o surto do COVID-19

Vamos lá, a China está reclamando do que? Eduardo Bolsonaro, quando diz que a China escondeu a real situação, o poder transmissível e destruidor do CONVID-19, só falou verdades, a maioria das epidemias que trazem tantos problemas para a humanidade, que matam milhares de pessoas e sufoca a economia de outros países, sempre tem início na China, e no final eles aparecem como salvador da pátria e com uma economia em crescimento.

Estamos vivendo em uma época diferente, pelo menos um Dep. Federal tem coragem de falar a verdade, o vírus é chinês sim, e pouco fizeram para evitar uma pandemia e segundo o prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, a China escondeu informações sobre o surto do COVID-19, como por exempolo, que pelo menos 5 milhões de pessoas saíram do epicentro do surto e se espalhaharam contribuindo para a disseminação do vírus por todo o país.

A primeira epidemia de Coronavírus começou na China em 2002, o SARS-CoV, se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes. O vírus chinês já era esperado por ser um variante do Sars que é encontrado em MORCEGOS e ao sul os CHINESES COMEM MORCEGOS!!

Portanto, tendo conhecimento maior do problema, a China no mínimo deveria ter passado informações detalhadas para os outros países e há tempos deveriam ter desenvolvido uma vacina.

Esclarecimento do Eduardo Bolsonaro

“Jamais ofendi o povo chinês, tal interpretação é totalmente descabida. Esclareço que compartilhei postagem que critica a atuação do governo chinês na prevenção da pandemia, principalmente no compartilhamento de informações que teriam sido úteis em escala mundial.

Estimular o debate é função do parlamentar brasileiro, tendo para isso a prerrogativa da imunidade parlamentar, (art. 53, CF) como garantia constitucional, para que deputados possam exercer tal direito.

Assim, mesmo vivendo numa democracia com ampla liberdade de imprensa e expressão, não identifiquei nenhuma desconstrução dos meus argumentos por parte do embaixador chinês no Brasil. Este apenas demonstrou irritação com meu post e direcionou erroneamente suas energias no compartilhamento de posts ofensivos à honra de minha família — este sim um fato grave e desproporcional, porém, enxergo como positivo que tais fatos tenham trazido à tona o debate de como governos podem (e devem) tentar evitar pandemias.

Esclareço ainda que meu comportamento não tem o mínimo traço de xenofobia ou algo similar. Na comunidade médica, é bem comum que doenças sejam batizadas em referência à localidade de origem da mazela. Por exemplo, a gripe espanhola traz em seu nome o país na qual foi originada; o vírus Ebola faz referência ao rio de mesmo nome, localizado no Congo.

A comparação entre o coronavírus e a tragédia da usina nuclear de Chernobyl também não é novidade. Matérias de veículos como BBC, Financial Times, Foreign Policy, Newsweek e até mesmo da imprensa brasileiras, como: Folha de São Paulo e Globo fazem comparações entre o ocorrido em Chernobyl e o alastramento do coronavírus, pois ambos os casos ocorreram em países cuja liberdade de expressão e imprensa eram/são limitados pelo governo. Para citar apenas um exemplo, o governo atual da China bane plataformas como Twitter, Facebook e Whatsapp, que tem sido fundamental no esclarecimento de dúvidas da população mundial quanto a pandemia.

A mutação genética de um vírus pode nascer em qualquer país, mas é obrigação das autoridades deste informar a sociedade e tomar as melhores medidas para conter seu avanço (e não agir mantendo sigilo da real condição da doença). As vidas das pessoas devem estar em primeiro lugar, acima de qualquer interesse do Estado.

Não desejamos problemas com a China e certamente, o país asiático também não busca conflitos com o Brasil. Também não creio que um ‘tweet’ isolado de um parlamentar levantando questionamentos sobre a conduta de um governo estrangeiro tenha condão para tanto, visto que a discussão de pautas globais é prática normal na comunidade internacional, servindo para aperfeiçoamento de políticas de governo ao redor de todo o mundo. Não permitir que esse debate ocorra seria deliberada censura, contrariando todos os ideias de democracia do povo brasileiro.

Vale lembrar que países com posições políticas distintas mantém relações de comércio, podemos tomar como exemplo o fato que, o maior parceiro comercial da China é os EUA, enquanto o país norte-americano tem como seu 3º maior parceiro comercial o país asiático.

Jamais tive a pretensão de falar pelo governo brasileiro, mas devido a toda essa repercussão, despido de qualquer vaidade ou ego, deixo aqui cristalina que minha intenção, mais uma vez, nunca foi a de ofender o povo chinês ou de ferir o bom relacionamento existente entre os nossos países. Manifesto ainda no sentido de lhes dar boas-vindas ao nosso país e explicitar minha estima pela contribuição da comunidade chinesa no desenvolvimento do Brasil, terra famosa pelo seu povo acolhedor. ”